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Reichert Espaço Saúde
Implantes · 5 min de leitura

Implante zigomático — quando o "não tem osso" não é mais limite

Por Equipe Reichert07 de junho de 2026

Muito paciente chega à clínica com a mesma história: passou anos sem alternativa porque "não tinha osso suficiente" para receber implante dentário. Em vários desses casos, a técnica do implante zigomático abre uma porta que parecia trancada.

Este texto explica de forma simples o que é, quando se indica e o que esperar.

A limitação clássica: pouco osso

Para receber um implante dentário tradicional, é preciso volume ósseo suficiente para ancorá-lo. Quando o paciente perde dentes há muito tempo, o osso da maxila se reabsorve naturalmente — fica fino e baixo. Em casos extremos, a quantidade de osso é insuficiente até para enxertos.

Por décadas, essas pessoas ficaram presas a próteses removíveis (popularmente conhecidas como dentaduras) ou enxertos múltiplos e demorados.

O que é o implante zigomático

O implante zigomático é mais longo que o convencional. Em vez de ser fixado apenas no osso maxilar (que pode estar reduzido), ele é ancorado no osso zigomático — o osso da maçã do rosto.

Como o zigomático é denso e estável, ele oferece uma base sólida mesmo em pacientes com maxila totalmente atrófica.

Indicações principais

  • Maxila atrófica com pouco osso para implantes convencionais
  • Falha de enxertos anteriores
  • Substituição de prótese removível em casos complexos
  • Reabilitação total da arcada superior em paciente sem condições para outras técnicas
  • Pós-trauma ou pós-cirurgia que removeu parte do osso maxilar

Como funciona o procedimento

  1. Planejamento digital 3D — tomografia, escaneamento e simulação cirúrgica em software especializado.
  2. Prototipagem biomédica — em casos complexos, fazemos modelos físicos do osso para ensaiar a cirurgia.
  3. Cirurgia em centro adequado — geralmente sob sedação assistida, com técnica precisa.
  4. Carga imediata — em muitos casos, a prótese provisória é instalada no mesmo dia.
  5. Acompanhamento — controle pós-operatório próximo nos primeiros meses.

Por que essa técnica importa

Para o paciente, o impacto vai muito além da função:

  • Voltar a comer com confiança (sem prótese se mover)
  • Sorrir sem medo
  • Falar com clareza
  • Recuperar autoestima

Muitos pacientes relatam que voltam a se sentir eles mesmos — não a "pessoa que perdeu os dentes".

Limites e cuidados

A técnica zigomática é avançada e exige:

  • Cirurgião experiente — esta não é uma técnica rotineira.
  • Planejamento minucioso — incluindo tomografia 3D e prototipagem.
  • Estrutura adequada — para a cirurgia e o pós.
  • Discussão honesta com o paciente sobre expectativa e contraindicações.

Quando procurar

Se você ouviu que "não tinha solução" para colocar implante, ou se tem uma prótese removível que incomoda há anos, vale uma segunda avaliação.

A primeira consulta é para escutar a sua história, examinar a sua boca e mostrar, de forma honesta, se a técnica zigomática (ou outra) faz sentido para você.

Conheça o atendimento de implantes

Texto publicado por Equipe Reichert. Atualizamos periodicamente conforme novas evidências clínicas.

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Cada plano é construído individualmente. A avaliação inicial é a etapa para entender suas prioridades, examinar o que precisar e mostrar caminhos possíveis — sem compromisso.

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